quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Preconceito

Só explicando, este post foi escrito em 22 de julho, mas só agora decidi colocá-lo no blog. Neste texto eu me refiro a outro assunto que gostaria de falar, que eu já falei na realidade, que foi o post "E Já Se Foi Um Ano" (http://asmesmashoras.blogspot.com/2011/08/e-ja-se-foi-um-ano.html), que falando nisto, vale a pena dar uma lida. Esclarecido isto, vamos ao post ^^


Faz tempo que eu venho querendo escrever este texto, fico me enrolando, mudando de tema, deixando pra depois, empurrando com a barriga, mas agora chega. É um tema importante e são coisas que estão entaladas na minha garganta.

Na realidade tem dois assuntos sobre os quais eu quero escrever, um será tratado agora e o outro vou remoer mais um pouco antes de "vomitá-lo" aqui.

Então chega de tanto enrolar e vamos direto ao ponto. Odeio gente ignorante, pronto falei! Verdade, não existe raça pior de pessoa que aquelas sem educação, não digo aquelas educação de ensino ou estudo, de saber escrever ou conjugar perfeitamente os verbos, mas sim aquela de saber respeitar as pessoas.

Quando eu falo em respeito, não é somente aquele de ceder lugar no ônibus para um idoso, ou dizer "por favor" e "obrigado", mas também saber respeitar que todas as pessoas são diferentes umas das outras, que cada um tem seu credo, sua cor, seu time, sua opção sexual, seu partido político.

Qual é o grande problema da maioria das pessoas em aceitar quem é diferente delas? Nunca achei uma boa resposta pra esta pergunta, a mais plausível na minha opinião é o medo. Afinal sempre sentimos medo do que é novo, mas só até ver que aquilo é somente diferente, que não passa apenas de mais uma maneira de ver, viver, sentir e levar a vida, depois tem que passar!

Como diz o ditado: "Preconceito é opinião sem conhecimento!". E eu concordo e muito com ele. Quem julga, xinga, não aceita o que é diferente é porque não conhece ou não quer conhecer o novo. Isto pra mim não tem outro nome senão ignorância.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Confusões e Decisões

Como diz aquela música do Frejat: "Procuro um amor, que seja bom pra mim. Vou procurar, eu vou até o fim." Partindo disto começa minha divagação.

Apenas busco este amor, pois estou cansada dos danos, dos machucados, das complicações. Quero alguém que não venha com as amarras, com os problemas, com as cobranças e com as neuroses.

Espero por aquele ser constante, decidido e que venha com o passado bem resolvido e com a mala vazia para podermos guardar novas histórias juntos. Quero alguém para construir um novo caminho comigo.

Estou cansada de quebrar a cara a cada tentativa frustrada de ter um relacionamento com quem quer que seja. Começo a acreditar que exista algum grande problema comigo, a questão é: Qual é o problema?? Sou machucada, decidida ou carinhosa demais? Qual é o ponto? Alguém, por favor, me explica, pois eu não consigo enxergar!

Cada vez mais confirmo aquela hipótese de que as pessoas querem aquilo que não possuem, já que quando estamos solícitos, disponíveis e tentando agradar, não recebemos valor. Agora experimenta ignorar, nunca poder e dar aquela pisada de leve, pronto, aí a pessoa gruda em ti.

Não gosto de ser assim, sinto prazer em agradar, paparicar e mimar quem eu gosto, mas vejo que a saída é mudar isso e começar a ser um pouco mais indisponível. Será esta a solução? Quem sabe... A tentativa será cena dos próximos episódios.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Ponto Final

Quando é que temos a certeza de que deixamos de gostar de alguém? Não a temos, nunca teremos, pois nunca quem amamos deixará de fazer parte de nós, do que somos, do que fomos e do que sentimos.

Apenas com o passar do tempo, maldito e bendito tempo, é que saberemos lidar com a distância. Não digo só quando estamos longe de quem um dia amamos, mas também quando estamos próximos demais de quem já não é mais o nosso alguém.

Para nos libertarmos dessa prisão que nos tranca num passado, numa história que já não é mais a nossa história, é necessário abrir os olhos para novas perspectivas, novas pessoas, novas realidades. É preciso ver que existem novos rumos a serem traçados, novos atalhos a serem descobertos, novas histórias a serem vividas.

Somente quando passamos a enxergar tudo isso, todo esse "mundo novo", é que conseguimos seguir em frente sem guardar mágoas, sem ter esperanças, sem aquela necessidade de querer manter uma grande distância ou mesmo de excluir tudo o que aquela pessoa significou em nossas vidas.

É necessário poder recordar os bons momentos e sorrir, conseguir ver a outra pessoa com um novo alguém e desejar sinceras felicidades, olhar as fotos com carinho e reler as cartas, declarações e mensagens sem cair no choro. Assim que conseguimos fazer tudo isso, passamos a ter a certeza de que não foram mais reticências colocadas, sim um ponto final. Já que é necessário que ele venha para que possamos virar a página e começarmos a escrever o próximo capítulo em nossa história.

sábado, 3 de setembro de 2011

Ô, Que Mês Que Chegou Chegando!

Não consigo entender essas pessoas que adoraram o fim de agosto, meu mês foi tão bom. Ótimas notícias chegaram pra me animar, os acontecimentos foram muito proveitosos e o looping acabou sendo melhor que eu esperava.

Todos comemorando o início de setembro e eu ali, deslocada querendo a volta do meu querido mês do cachorro louco... Pra mim esta virada de mês chegou chegando e levando pro espaço algumas coisas que agosto tinha me trazido e que me fizeram um bem danado.

Não que as coisas foram pro espaço e sumiram, mas entraram numa outra órbita, meio fora do meu controle. Eu como pessoa claramente "das exatas", odeio essa sensação de não saber pra onde as coisas estão indo, que rumo elas vão tomar e qual será o final da história.

Eu gosto mesmo é de ter o controle da situação, pra mim ou é ou não é, quero certezas e respostas. Se existe algo que me deixa insegura, neurótica e sem saber o que fazer, é não ter uma posição certa e definitiva sobre determinado assunto.

Espero que no decorrer deste mês tudo melhore e eu obtenha minhas amadas respostas. Sempre gostei de setembro, espero que não seja neste ano que ele venha pra me decepcionar, já que é um mês de clima e pessoas muitos especiais.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Entrando Novamente No Looping

Parece que esta é a minha sina, quando desço da montanha-russa dos meus sentimentos, acontece algum vendaval que me joga para dentro daquele carro de segurança mais uma vez. Nunca consigo permanecer por muito tempo livre das confusões e indecisões do meu e de outros corações.

Logo após garantir pra mim mesma que estou conseguindo superar, que estou bem, tocando minha vida e seguindo em frente, o meu passado bate a porta para me lembrar que ele ainda está vivo e morando a poucos passos da entrada do meu coração, para não dizer na própria porta dele.

Quando o passado em pessoa não pode vir pra cumprir esta função, ele manda as suas fiéis ajudantes: minhas lembranças. Essas danadas se escondem por todos os lados, mas principalmente nas minhas músicas preferidas, nos horários que eu vejo, nos perfumes que eu sinto e nos lugares que eu vou.

Não tem erro, é eu colocar minha playlist pra tocar que elas surgem, eu me distrair e alguém passa com aquele perfume, eu desejar saber a hora e pronto, lá estão minhas melhores lembranças. Claro, sempre prontas pra cavocar a ferida quase cicatrizada e trazer tudo à tona novamente.

Tenho o grande receio de que esse looping se torne eterno, fazendo assim com que eu nunca saia deste parque cheio de lembranças, cheiros, músicas, montanhas-russas e machucados sempre abertos.

Ontem cai nesse círculo vicioso novamente, não sei se quero sair ou se desejo ficar. Apenas almejo que se for pra continuar, que todas as partes façam valer a pena, mas se eu tiver que cair fora, que desta vez seja a última e definitiva.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

"Na Sua Estante"

Vindo pra casa agora de noite, ouvi uma música que há tempos não ouvia. Uma da  Pitty, como já devem ter percebido, é a música homônima ao post. Uma canção que eu sempre gostei e que nunca tinha relacionado a letra como deveria, ela nunca tinha feito tanto sentido pra mim como fez hoje.

Depois de um dia de muitas conversas, com muitas pessoas e todas sobre o mesmo assunto, ao ouvir aquelas palavras hoje de noite entendi como devo fazer pra seguir plenamente a minha vida. O que disse que tentaria nos post anteriores... Um dia de cada vez!

Preciso tratar esta situação toda como um vício, ir levando assim: só por hoje. E no dia seguinte, idem! Comemorar cada dia que passou sem guardar mágoas e sem alimentar qualquer sentimento! É assim que tem que ser, levar apenas o que foi bom e descartar o que não foi tanto!

Focar nas coisas que me trazem alegria, lembrar de bons momentos, ignorar os ruins, falar o que eu penso e o que eu sinto. Acredito que só assim pra conseguir superar certas coisas. A partir de hoje será assim, botão "FODA-SE" apertado e bola pra frente!


"Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar,
[...]
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
[...]
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
[...]
Só por hoje não quero mais te ver, só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam

E essa abstinência uma hora vai passar"

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

E Já Se Foi Um Ano

Nesta semana faz um ano que tudo começou: todas as conversas, todas as mensagens, todos os e-mails, todas as DM's, todos os depoimentos, todo o carinho, todo o afeto, toda a paixão, todo o amor. Foi assim, de uma hora pra outra que a minha vida deu uma guinada e tudo virou de pernas pro ar.

Depois desse início repentino, meus dias passaram a ser uma montanha-russa. Numa manhã eram flores e naquela noite poderia ser o fundo do poço, mas eu não ligava, aquilo valia a pena. Era o melhor sentimento que eu já havia presenciado em toda a minha existência.

Difícil mesmo era explicar pro mundo, ou melhor, não explicar. Eu estava feliz como nunca antes, mas era preciso manter segredo sobre quem me proporcionava aquele sorriso bobo, aquele olhar distraído, aquelas ligações que animavam meus dias e as mensagens que me tiravam de órbita. Aquele era o meu segredo.

Os altos e baixos que me faziam feliz, incrível isso ser possível, mas era. Eu lutei por aquele amor o máximo que eu pude, fiz o que podia, o que devia, o alcançável e até mesmo o inimaginável. Parece que não foi suficiente.

Fico tranquila, pois soube aproveitar cada momento ao lado de quem mais amei nesse mundo. Foram os seis meses mais intensos, apaixonados, loucos, impagáveis, preciosos e bem vividos que eu tive. Tudo isso teve um fim.

Ainda me pergunto quanto tempo será necessário para que eu supere definitivamente este amor. Já se passaram seis meses do término, apesar de ter me decepcionado imensamente com milhares de atitudes, ainda não segui como desejava a minha vida. Há dias de completar seis meses do término (último e real), me pego aqui pensando no que deu errado, nas angústias que sinto, na raiva que me consome dia lá que outro.

Creio que a proximidade de certas datas, faz com que fique mais sensível, mais sujeita a pensar coisas que eu não devo, não posso e tá, parei já de pensar! Preciso ignorar os aniversários de primeiro beijo, de namoro, de primeira briga, das primeiras conversas reveladoras.

Semana passada tomei uma decisão pra minha vida, vou deixar meu caminho nas mãos do destino. Sempre me dizem que quando paramos de procurar, é quando o que merecemos nos encontra. Pois bem, que assim seja.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

"Algo Bom Teve Que Ficar Pra Trás?"

Estava sem inspiração, até tinha planejado já sobre o que iria escrever, mas nada de bom vinha à minha mente. Até que uma pergunta anônima no meu Forms me fez retomar o que tinha perdido de ontem pra hoje. Então lá vai...
Pra quem estiver se perguntando, o questionamento foi o título do post. Questão difícil de ser respondida, pois existem milhares de hipóteses sobre o que a pessoa se referia. Como nunca saberei ao certo, resta uma resposta genérica, mas que se encaixa perfeitamente: "Sempre algo bom deve ficar pra trás, para que algo melhor possa vir.". Com essa afirmação, fiquei refletindo muito, pensando na quantidade de coisas boas que eu perdi, lembrando também na outra imensidão de acontecimentos bárbaros que vieram ao meu encontro.
Da mesma maneira que um grande amor se foi, a quantidade de amigos para me apoiar que chegaram é incontável. Sei que não é a mesma relação namoro e amizade, mas precisamos concordar que amigo é aquela pessoa que te ama, mas que não te cobra nada em troca.
Amigo é quem está sempre ali por ti, até quando nem mesmo tu estás. Quem tem a dádiva de uma amizade sincera não tem com que se preocupar! Parceiros de aventuras, de encrencas, de desafios, mas também de aulas, de brigas, de momentos difíceis e de situações alegres.
Tenho para todos os casos e acasos, por isso não me preocupo mais com amores que possam começar e acabar. Claro que desejo aquele amor pra vida toda, aquele arrebatador que dure enquanto for bom, apenas cansei de procurar, ele que um dia me encontre. Até lá fico com os anjos que a vida me deu: MEUS AMIGOS!

Não vou citar os nomes, eu sei que as pessoas vão saber pra quem é cada trecho! Só vou dedicar um agradecimento especial pra Mariana Staudt, que tem sido uma grande amiga! Valeu Mari!

terça-feira, 26 de julho de 2011

O Que Faltou (ou não) Ser Dito

Não entendo o motivo de toda a vez que quero falar sobre as coisas que ficam por dizer, eu travo. Meus textos não fluem e eu continuo com tudo atravessado no meio da minha garganta.
É tão simples e tão complicado ao mesmo tempo, o que eu deixei de dizer.... Às vezes parecem tão poucas as respostas que eu preciso e num piscar de olhos, parece que nenhuma resposta seria suficiente para aplacar este aperto que eu sinto com a lacuna do que não foi dito.
Só precisava ter contado que não sei em qual momento mais insano da minha existência, eu pude acreditar que ainda conseguiria levar aquela amizade adiante. Também precisava dizer que entendo agora coisas que ouvi de certas pessoas sobre outras determinadas, confirmando agora que deveria ter acreditado em muitas delas.
Hoje vejo como podemos, mesmo que sem querer, nos tornar cegos. Deixamos de acreditar naquilo que julgávamos correto, para nos alçarmos em aventuras que nunca poderiam dar certo. Apenas não víamos isto, pois estávamos sem poder ver!
Agora posso afirmar: voltei a enxergar. O que antes me era esfregado na cara e eu não acreditava, posso sim, neste momento, diferenciar do que eu pensava ver.
Com este retorno à luz, deveria eu ter dito algumas verdades naquele telefonema à quem tanto me feriu e à quem eu tanto amei um dia. Creio que estas palavras sucumbirão no limbo do esquecimento, já que não tenho pretensão alguma de retomar conversa qualquer com este quem. Desejo mais é que nossos caminhos se cruzem o mínimo necessário, já que sei que nunca mais se cruzarem, seria algo totalmente impossível.
Pode ser que eu venha a ter um único remorso dentro de todo este drama. Não ter podido avisar uma certa pessoa de com quem ela está lidando. Enfim, mas como bem me aconselhou uma nobre espectadora deste filme, já não é mais meu problema e eu não devo mais me intrometer.
Pois bem, lavei minhas mãos deste rolo todo, não quero mais notícias. Que se matem, briguem ou sejam felizes, mas por favor, longe de mim. Grata!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Retomando!

Sei que ando um pouco distante do blog, tá certo, um pouco não, muito distante. Também nem tenho como justificar isso, só posso fazer uma coisa, não deixar mais isso acontecer. Então, aqui vai a promessa, não passarei mais uma semana sem postar um texto pelo menos, nem que seja um "oi" ou um "tchau".
Essa história de retomar o blog está me fazendo bem, sabe? É, estou me sentindo mais animada de escrever sobre o que penso e sobre o que sinto. Sempre é bom ter onde desabafar, tem vezes que acho mais prudente dar uma folga pros amigos e utilizar o bom e velho "ombro" do papel.
Com essa animação de retomar com todo o gás minhas publicações, comecei a reler meus posts antigos e mais alguns rascunhos que eu tenho no computador. Caramba, como algumas coisas na minha vida mudaram! OMG! Sério, estou mais confiante, mais viva, me sentindo mais eu. Isso também me mostrou que eu possuo características muito próprias, muito minhas, por exemplo o vício pelo chimarrão e minha (creio que posso chamar assim) lealdade com os meus amigos.
Enfim né, acho que pra retomada das atividades como "escritora", coisa que eu não sou e nem tenho pretensão de ser, já está de bom tamanho este post. Então era isso!

Até o próximo texto, espero que tenham gostado...