Estava sem inspiração, até tinha planejado já sobre o que iria escrever, mas nada de bom vinha à minha mente. Até que uma pergunta anônima no meu Forms me fez retomar o que tinha perdido de ontem pra hoje. Então lá vai...
Pra quem estiver se perguntando, o questionamento foi o título do post. Questão difícil de ser respondida, pois existem milhares de hipóteses sobre o que a pessoa se referia. Como nunca saberei ao certo, resta uma resposta genérica, mas que se encaixa perfeitamente: "Sempre algo bom deve ficar pra trás, para que algo melhor possa vir.". Com essa afirmação, fiquei refletindo muito, pensando na quantidade de coisas boas que eu perdi, lembrando também na outra imensidão de acontecimentos bárbaros que vieram ao meu encontro.
Da mesma maneira que um grande amor se foi, a quantidade de amigos para me apoiar que chegaram é incontável. Sei que não é a mesma relação namoro e amizade, mas precisamos concordar que amigo é aquela pessoa que te ama, mas que não te cobra nada em troca.
Amigo é quem está sempre ali por ti, até quando nem mesmo tu estás. Quem tem a dádiva de uma amizade sincera não tem com que se preocupar! Parceiros de aventuras, de encrencas, de desafios, mas também de aulas, de brigas, de momentos difíceis e de situações alegres.
Tenho para todos os casos e acasos, por isso não me preocupo mais com amores que possam começar e acabar. Claro que desejo aquele amor pra vida toda, aquele arrebatador que dure enquanto for bom, apenas cansei de procurar, ele que um dia me encontre. Até lá fico com os anjos que a vida me deu: MEUS AMIGOS!
Não vou citar os nomes, eu sei que as pessoas vão saber pra quem é cada trecho! Só vou dedicar um agradecimento especial pra Mariana Staudt, que tem sido uma grande amiga! Valeu Mari!
quinta-feira, 28 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
O Que Faltou (ou não) Ser Dito
Não entendo o motivo de toda a vez que quero falar sobre as coisas que ficam por dizer, eu travo. Meus textos não fluem e eu continuo com tudo atravessado no meio da minha garganta.
É tão simples e tão complicado ao mesmo tempo, o que eu deixei de dizer.... Às vezes parecem tão poucas as respostas que eu preciso e num piscar de olhos, parece que nenhuma resposta seria suficiente para aplacar este aperto que eu sinto com a lacuna do que não foi dito.
Só precisava ter contado que não sei em qual momento mais insano da minha existência, eu pude acreditar que ainda conseguiria levar aquela amizade adiante. Também precisava dizer que entendo agora coisas que ouvi de certas pessoas sobre outras determinadas, confirmando agora que deveria ter acreditado em muitas delas.
Hoje vejo como podemos, mesmo que sem querer, nos tornar cegos. Deixamos de acreditar naquilo que julgávamos correto, para nos alçarmos em aventuras que nunca poderiam dar certo. Apenas não víamos isto, pois estávamos sem poder ver!
Agora posso afirmar: voltei a enxergar. O que antes me era esfregado na cara e eu não acreditava, posso sim, neste momento, diferenciar do que eu pensava ver.
Com este retorno à luz, deveria eu ter dito algumas verdades naquele telefonema à quem tanto me feriu e à quem eu tanto amei um dia. Creio que estas palavras sucumbirão no limbo do esquecimento, já que não tenho pretensão alguma de retomar conversa qualquer com este quem. Desejo mais é que nossos caminhos se cruzem o mínimo necessário, já que sei que nunca mais se cruzarem, seria algo totalmente impossível.
Pode ser que eu venha a ter um único remorso dentro de todo este drama. Não ter podido avisar uma certa pessoa de com quem ela está lidando. Enfim, mas como bem me aconselhou uma nobre espectadora deste filme, já não é mais meu problema e eu não devo mais me intrometer.
Pois bem, lavei minhas mãos deste rolo todo, não quero mais notícias. Que se matem, briguem ou sejam felizes, mas por favor, longe de mim. Grata!
É tão simples e tão complicado ao mesmo tempo, o que eu deixei de dizer.... Às vezes parecem tão poucas as respostas que eu preciso e num piscar de olhos, parece que nenhuma resposta seria suficiente para aplacar este aperto que eu sinto com a lacuna do que não foi dito.
Só precisava ter contado que não sei em qual momento mais insano da minha existência, eu pude acreditar que ainda conseguiria levar aquela amizade adiante. Também precisava dizer que entendo agora coisas que ouvi de certas pessoas sobre outras determinadas, confirmando agora que deveria ter acreditado em muitas delas.
Hoje vejo como podemos, mesmo que sem querer, nos tornar cegos. Deixamos de acreditar naquilo que julgávamos correto, para nos alçarmos em aventuras que nunca poderiam dar certo. Apenas não víamos isto, pois estávamos sem poder ver!
Agora posso afirmar: voltei a enxergar. O que antes me era esfregado na cara e eu não acreditava, posso sim, neste momento, diferenciar do que eu pensava ver.
Com este retorno à luz, deveria eu ter dito algumas verdades naquele telefonema à quem tanto me feriu e à quem eu tanto amei um dia. Creio que estas palavras sucumbirão no limbo do esquecimento, já que não tenho pretensão alguma de retomar conversa qualquer com este quem. Desejo mais é que nossos caminhos se cruzem o mínimo necessário, já que sei que nunca mais se cruzarem, seria algo totalmente impossível.
Pode ser que eu venha a ter um único remorso dentro de todo este drama. Não ter podido avisar uma certa pessoa de com quem ela está lidando. Enfim, mas como bem me aconselhou uma nobre espectadora deste filme, já não é mais meu problema e eu não devo mais me intrometer.
Pois bem, lavei minhas mãos deste rolo todo, não quero mais notícias. Que se matem, briguem ou sejam felizes, mas por favor, longe de mim. Grata!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Retomando!
Sei que ando um pouco distante do blog, tá certo, um pouco não, muito distante. Também nem tenho como justificar isso, só posso fazer uma coisa, não deixar mais isso acontecer. Então, aqui vai a promessa, não passarei mais uma semana sem postar um texto pelo menos, nem que seja um "oi" ou um "tchau".
Essa história de retomar o blog está me fazendo bem, sabe? É, estou me sentindo mais animada de escrever sobre o que penso e sobre o que sinto. Sempre é bom ter onde desabafar, tem vezes que acho mais prudente dar uma folga pros amigos e utilizar o bom e velho "ombro" do papel.
Com essa animação de retomar com todo o gás minhas publicações, comecei a reler meus posts antigos e mais alguns rascunhos que eu tenho no computador. Caramba, como algumas coisas na minha vida mudaram! OMG! Sério, estou mais confiante, mais viva, me sentindo mais eu. Isso também me mostrou que eu possuo características muito próprias, muito minhas, por exemplo o vício pelo chimarrão e minha (creio que posso chamar assim) lealdade com os meus amigos.
Enfim né, acho que pra retomada das atividades como "escritora", coisa que eu não sou e nem tenho pretensão de ser, já está de bom tamanho este post. Então era isso!
Até o próximo texto, espero que tenham gostado...
Essa história de retomar o blog está me fazendo bem, sabe? É, estou me sentindo mais animada de escrever sobre o que penso e sobre o que sinto. Sempre é bom ter onde desabafar, tem vezes que acho mais prudente dar uma folga pros amigos e utilizar o bom e velho "ombro" do papel.
Com essa animação de retomar com todo o gás minhas publicações, comecei a reler meus posts antigos e mais alguns rascunhos que eu tenho no computador. Caramba, como algumas coisas na minha vida mudaram! OMG! Sério, estou mais confiante, mais viva, me sentindo mais eu. Isso também me mostrou que eu possuo características muito próprias, muito minhas, por exemplo o vício pelo chimarrão e minha (creio que posso chamar assim) lealdade com os meus amigos.
Enfim né, acho que pra retomada das atividades como "escritora", coisa que eu não sou e nem tenho pretensão de ser, já está de bom tamanho este post. Então era isso!
Até o próximo texto, espero que tenham gostado...
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